Ministério das Obras Públicas, Habitação e Recursos Hídricos

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Maio 16th, 2022

𝗠𝗘𝗦𝗤𝗨𝗜𝗧𝗔 𝗔𝗟𝗘𝗥𝗧𝗔 𝗤𝗨𝗘 𝗦𝗘 𝗡Ã𝗢 𝗖𝗢𝗡𝗦𝗧𝗥𝗨𝗜𝗥𝗠𝗢𝗦 𝗔 𝗕𝗔𝗥𝗥𝗔𝗚𝗘𝗠 𝗗𝗘 𝗠𝗢𝗔𝗠𝗕𝗔 – 𝗠𝗔𝗝𝗢𝗥, 𝗔 𝗭𝗢𝗡𝗔 𝗠𝗘𝗧𝗥𝗢𝗣𝗢𝗟𝗜𝗧𝗔𝗡𝗔 𝗗𝗘 𝗠𝗔𝗣𝗨𝗧𝗢 𝗣𝗢𝗗𝗘𝗥Á 𝗧𝗘𝗥 𝗣𝗥𝗢𝗕𝗟𝗘𝗠𝗔𝗦 𝗠𝗔𝗜𝗦 𝗚𝗥𝗔𝗩𝗘𝗦 𝗗𝗘 Á𝗚𝗨𝗔 𝗡𝗢𝗦 𝗣𝗥Ó𝗫𝗜𝗠𝗢𝗦 𝟭𝟱 𝗔 𝟮𝟬 𝗔𝗡𝗢𝗦

Numa altura em que a Região Metropolitana do Grande Maputo debate-se com o fenómeno de restrições no precioso liquido, causadas pela escassez de chuvas e de infraestturas de retenção de água, como barragens e represas. O  Ministro das Obras Públicas Habitação e Recursos Hídricos entende que a rápida mobilização de fundos para a construção da Barragem de Moamba-Major pode ser a solução para os moradores de Maputo.

O posicionamento foi manifestado no encontro mantido com os funcionários das Direcções Nacionais de Abastecimento de Água e Saneamento (DNAAS) e de Gestão de Recursos Hídricos (DNGRH) recentemnete, onde foram instadas as duas entidades a desenvolverem projectos sustentáveis e iniciativas eficientes de busca de financiamentos, abandonando assim o argumento de inexistência de fundos.

Recorde-se que o projecto de construção da barragem Moamba-Major ao longo do rio Incomáti está orçado em cerca de  US$700 Milhões, terá uma capacidade de produção anual de 15 megawatts de electricidade e vai permitir abastecer a província de Maputo com 760 milhões de metros cúbicos de água por ano.

Na sua primeira visita depois de tomada de posse, o Ministro das Obras Públicas Habitação e Recursos Hídricos, chamou atenção para a execução das actividades em consonância com o Plano Quinquenal do Governo e o Plano Economico e Social, pois são instrumentos orientadores de todas as acções e “com base neles seremos avaliados, por isso, os mesmos devem estar sempre presentes na nossa mesa de trabalho. Temos que saber a cada momento sobre a sua execução”.

Considerando a importância que o sector de água desempenha no país e não só, a DNGRH e DNAAS foram incentivados a privilegiar parcerias regionais, assim como redobrar esforços na provisão destes serviços, fazendo-se cada vez mais presentes nas preocupações da sociedade, pois a água mexe com a saúde pública, economia, turismo e funcionamento do comércio.

Numa outra abordagem, destacou ainda a importância da Unidade de Controle de Cheias e secas  e do Sistema Nacional de Informação de Abastecimento de Água e Saneamento devendo optimizar mais a recolha de dados para Comunicação às populações a tempo de se organizarem e dar resposta a potencial impacto do evento de cheias e para a tomada de decisões correcta sobre onde construir infrastruturas para o serviço de abastecimento de água, respectivamente.

No mesmo encontro, foi debatido o problema de abastecimento de água na Província de Cabo Delgado, sobretudo ao Planalto de Mueda e outras zonas onde a água é escassa, tendo Mesquita orientado aos técnicos deste sector a encontrar meios alternativos para prover este recurso para essas comunidades. Ainda na visita apelou ao profissionalismo e trabalho em Equipe. “A questão dos Recursos Humanos na Administração Pública é séria, por isso, que essa interajuda é importante para a transmissão de conhecimentos e capacitação dos funcionários para o alcance dos resultados do sector de águas. Vamos criar essas valências entre nós”, referiu Mesquita.